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Coronavírus: como se portar diante de nova ameaça

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De acordo com o boletim da WHO (Organização Mundial da Saúde), de 30/jan/2020, os números mais recentes sobre o novo coronavírus indicam 7818 casos confirmados, sendo destes, 7736 na China e 82 distribuidos em 18 diferentes países, com 170 mortos.

O Brasil segue sem nenhum caso confirmado. Foram feitas 43 notificações de casos suspeitos, sendo que 34 já foram excluídos ou descartados e 9 casos suspeitos seguem em investigação,

O Ministério da Saúde considera como caso suspeito os pacientes que apresentem sintomas como febre, tosse e dificuldade para respirar e, além disso, precisa ter viajado para área com transmissão ativa do vírus nos últimos 14 dias antes do início dos sintomas.

Com a disseminação rápida das notícias e novos casos suspeitos ao redor do mundo, muitas informações desencontradas surgem, confundindo e criando pânico na população.

Neste momento, portanto, é importante que os profissionais de Saúde estejam atentos aos procedimentos que têm de adotar diante da ameaça de uma nova epidemia. As informações têm de ser transparentes, certificadas e adequadas.

O Ministério da Saúde anunciou a instalação de um Centro de Operações de Emergência (COE) para seguir o coronavírus. O comitê tem como objetivo preparar a rede pública de saúde para o atendimento de possíveis casos no Brasil.

No momento é importante reforçar para os cidadãos que não entrem em pânico.

Atualmente, considerando os humanos, existem quatro espécies de coronavírus que causam resfriados comuns. Esse novo coronavírus pode causar pneumonia, assim como o antigo SARS e o MERS – um outro coronavírus, mais restrito ao Oriente Médio e de transmissão mais difícil.

O novo coronavírus parece menos letal do que os dois supracitados. A semelhança entre eles todos é que os pacientes mais graves parecem ser os mais velhos, com 40 anos ou mais, e/ou que apresentem comorbidades.

Não há tratamento para coronavírus e ainda não se sabe muitas informações importantes como o tempo e a facilidade de transmissão . Estima-se que O período de incubação do vírus é de cerca de 2 a 7 dias, podendo chegar a 14 dias, e que a transmissão pode ocorrer antes do início dos sintomas

Não existe vacina até o momento. Recomenda-se evitar viagens até os locais de surto.

Os cuidados preventivos indicados incluem, além das  medidas gerais de saúde (como adequada alimentação e pratica regular de exercícios físicos), evitar o contato próximo com pessoas portadoras de infecções respiratórias, lavar frequentemente as mãos com água e sabão ou solução de álcool gel, adotar medidas de etiqueta respiratória – tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos), jogar o lenço de papel no lixo e lavar as mãos logo de seguida. Utilizar máscara cirúrgica, se estiver com sintomas de coriza, tosse ou espirros.

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